Solidão também vem acompanhada das palavras amontoadas esperando para serem ditas e dos momentos inquietos onde tudo o que se quer é ouvir, ouvir, ouvir… sem parar. Pelos dedos, pela boca, pelos olhos. Quando falar mistura-se com escutar, e quando estar perto não significa estar junto. Ouvir, ouvir ouvir… o silêncio às vezes corrói.
"O vento vai dizer lento o que virá, e se chover demais, a gente vai saber, claro de um trovão, se alguém depois sorrir em paz."
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