Ela pode não ter aquele amor de cinema para oferecer, cheio de glamour, brilho, belas frases e efeitos impressionantes. No lugar ela tem um amor simples, um curta onde os pequenos acontecimentos fazem toda a diferença.
Ela tem aquele amor com gosto de cócegas na barriga quando menos esperamos. Amor com massagem nos pés cansados e cafuné no pescoço. Aquele amor que olha nos olhos e enxerga o mundo inteiro, bem ali na sua frente. Aquele amor de tocar, de andar de mãos dadas, de abraçar apertado sem querer soltar.
Aquele amor pacato de ficar vendo televisão até tarde debaixo do edredon e no meio do filme fazer um chá quentinho pra perfumar tudo ao redor. Mas é aquele amor de calor também, de suor, de cheiros, de sol, de pé descalço na areia deixando as ondas do mar trazer a sensação de paz que tanto precisamos.
Amor de conversas desconexas, risadas, madrugadas com música, fotografias, emoções, chocolate quente, beijo com gosto de hortelã e cheiro de canela.
O amor que ela tem é assim. Gradativo e infinito nas definições. Amor que cresce dia após dia e aumenta o sorriso dos olhos a cada “eu te amo” dito.