E o sentimento de fugacidade aumenta a cada dia. É como se tudo fosse se esvair antes que eu sinta o gosto, o cheiro… assim. Da forma como vem, vai. Fica aqui um quê de “por quê?”, “como?”, “pra que?”.
É um tempo, um momento? Uma fração de segundos que faz toda a diferença?
É. Faz.
E acaba assim, sem nem deixar sinal se volta ou não…