E sempre que começo, quase nunca termino. Ando pelos cômodos procurando sinais de uma presença inexistente. Semelhanças não preenchem espaços únicos.
Eu busco a presença…
Parte de mim diz que para tudo há seu tempo. A outra parte diz que o tempo é fruto das nossas decisões.
Eu busco decidir…
Entendo que manifestações inquietas geram atitudes mais autênticas, sinais de evolução.
Eu busco evoluir…
Continuo andando pelos cômodos, observando cada detalhe que faz parte de mim. Todas as formas me dizem algo que eu ainda não entendo.
Eu busco entender…
É fácil olhar a conformidade como remédio para as dificuldades, mas eu não quero remediar, eu quero solucionar.
Eu busco encontrar…
E se me perguntarem o porquê da reflexão, eu responderei:
- “Eu tenho pouco tempo, e o sentido das coisas não está naquilo que dizem para você, mas sim naquilo que você descobre dentro de si mesmo.”
Sendo assim, eu busco descobrir… ainda que em meio a fragmentos.